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Debatedores na Expo Y questionam o valor de hackers como funcionários
Postado por
Aylons Hazzud
em
18/07/2011 19:30
Blog: Nunca dantes navegados
Karmômetro (?)
tende a bomSegundo Rene de Paula e Paulo Cézar Breim, empresa precisa de "CDF"s para atingir seus objetivos.
Aylons Hazzud, da Expo Y
“Hacker é antissocial, trabalha sozinho e não se adapta para trabalhar em empresa”, foi uma das declarações polêmicas de Rene de Paula durante o debate sobre Cultura hacker e business, hoje, na Expo Y.
Além do consultor Rene de Paula, também participou Paulo Cézar Breim, especialista que ficou famoso ao dar o parecer que terminou com o bloqueio do YouTube em 2007, a pedido da modelo Daniela Ciccareli. PCB, como Paulo Cézar é conhecido, já começou o debate esclarecendo que hacker não é quem invade sistemas, mas “o fuçador, aquele que quer entender e mudar como o sistema funciona”.
Feito o esclarecimento, os âncoras iniciaram o debate declarando que empresas não querem tantos hackers quanto se imagina. Para ambos, a falta traquejo social e de uma visão de negócios torna a maioria dos hackers desinteressantes para os negócios. “As pessoas estão perdendo a capacidade de transitar, de trocar ideias”, diz PCB, generalizando o problema. Rene complementa, dizendo que não enxerga falta de capacidade técnica, mas que não encontra quem esteja disposto a aplicar esta capacidade de maneira que uma empresa pode aproveitar.
“Há uma romantização do hacker”, disse RP que exemplifica citando Steve Jobs, presidente da Apple: “Ele é um baita CDF, a Apple é uma empresa muito rigorosa com seus processos”. O consultar ainda relata que as maiores inovações que encontrou no país não veio dos grandes centros, mas do interior, de empresas pequenas que preferem não ser divulgadas porque não dariam conta do trabalho.
PCB, por outro lado, diz que a competência dos programadores está diminuindo por conta do excesso de recursos disponíveis para o desenvolvimento: “É fácil programar para um computador ultra rápido, o difícil é fazer um sistema eficiente:”, disse PCB, emendado por Rene, que alega isso à falta de conhecimento estruturado, em fazer coisas díficeis: “Código simples, de blog Wordpress, é fácil de fazer. […] O Yahoo! começou a cair quando os engenheiros acostumados a lidar com pico de tráfego saíram para ir trabalhar no Google”.
O debate ocorreu na Expo Y, feira em São Paulo que pretende juntar a dita Geração Y, formada por jovens nascidos nos anos 80 e que cresceram habituados a lidar com tecnologia. A entrada é gratuita e a inscrição pode ser feita pela internet (http://www.expoy2011.com.br) ou na entrada do evento, que ocorre no Pavilhão da Bienal, no parque do Ibirapuera.
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Comentários 
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Karmômetro (?)
tende a ruimNão estou de acordo rsrs, o problema não é o hacker se comunicar com as outras pessoas e sim as outras pessoas se comunicarem com um hacker. Existe um pré-conceito dentro da maioria das pessoas de uma empresa diante do comportamento típico de um novo nerd geek, que quando quebrado a empresa terá a sua disposição um grande funcionário pode ter certeza! Já estou acostumado a ver isso rsrs
Postado por tarcisiocorvo em 18/07/2011 20:14
Karmômetro (?)
tende a neutroNão necessáriamente trabalhar em grupo é melhor do que sozinho, é aí que está o grande equívoco atualmente.
Postado por Jo Garr em 19/07/2011 15:10
Karmômetro (?)
tende a neutroPreciso contratar hacker urgente !!
programador em assembly
para serviços loutericos…
Postado por Paulo Henrique em 19/07/2011 20:03
Karmômetro (?)
tende a neutroQuanta asneira… A alegação inicial do RP é patética… sinceramente eu prefiro trabalhar sozinho do que depender de uma bando intitulado equipe.. E é bem isso que acontece em 99,9999% das empresas..
Postado por binarycodec em 21/07/2011 21:11
Karmômetro (?)
tende a neutrofico feliz por ter sido citado, e foi bem legal participar do painel. é impressao minha ou esse post é identico ao que saiu no Yahoo Noticias?
Postado por rene de paula jr em 25/07/2011 16:27